Sinto tão igual
Sou tão diferente…
Como se sente o frio
Quando se está quente.
Revivo a passada,
Repetida, ritmada…
O silêncio da palavra,
agressiva, desconcertada.
“Tu não sabes o que é a vida!”,
diz convicto
Sem perceber
o cliché do veredicto
É assim a sua essência
Sem o mínimo de paciência,
Alegando apenas e só
muitos anos de vivência…
Mas o que me instiga e fascina
Nem ele próprio imagina
Porque será que sinto como se fosse eu?
Se nada disto é Meu,
mas Teu!
Saturday, July 21, 2007
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1 comment:
Genial!! Vou já mostrar o poema à tua versão masculina... :)
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